Vivemos agora num mundo sem alternativas. A crise financeira que o mundo atravessa faz com que nos subjuguemos e impede-nos de arriscar a mudança. Agora, não há lugar ao "muda de vida se não te sentes satisfeito" tão bem cantado pela Manuela Azevedo. Passou-se da ponta em que o patrão corria atrás do empregado e convencia-o pacientemente a fazer um trabalho extra numa hora extra para a extremidade oposta de "se não quer fazer vai-se embora! Há mais quem faça!" A crise também trouxe benefícios até porque se não aprovo a posição do patrão na situação que descrevi anteriormente, igualmente não suporto os trabalhadores encostados para os quais o que fazem passa apenas pelo mínimo, o indispensável e da pior maneira.
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